<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Férias Floripa &#187; Trilhas</title>
	<atom:link href="http://www.feriasfloripa.com.br/tag/trilhas/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.feriasfloripa.com.br</link>
	<description>Florianópolis, Ilha de Santa Catarina</description>
	<lastBuildDate>Sun, 20 Sep 2009 02:24:36 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Trilhas da Praia de Ingleses</title>
		<link>http://www.feriasfloripa.com.br/trilhas-da-praia-de-ingleses/trilhas-da-praia-de-ingleses</link>
		<comments>http://www.feriasfloripa.com.br/trilhas-da-praia-de-ingleses/trilhas-da-praia-de-ingleses#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 14:31:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trilhas da Praia de Ingleses]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[trilha da Feiticeira]]></category>
		<category><![CDATA[trilha do morro das Aranhas]]></category>
		<category><![CDATA[Trilhas]]></category>
		<category><![CDATA[trilhas praia de Ingleses e Santinho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.feriasfloripa.com.br/?p=923</guid>
		<description><![CDATA[Caminho do Engenho (da Ponta do Morro) Foto Miguel Duclós O caminho inicia no lado Leste da Praia dos Ingleses, junto à gruta, e segue atravessando áreas de vegetação em regeneração, capoeirinha, capoeira e pastagens de costões. O caminho foi utilizado no passado para alcançar plantações e usar os costões para a pesca de caniço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>Caminho do Engenho (da Ponta do Morro)</strong> Foto Miguel Duclós<br />
<img class="size-large wp-image-924 aligncenter" title="fotomiguel" src="http://www.feriasfloripa.com.br/wp-content/uploads/2009/04/fotomiguel-1024x368.jpg" alt="fotomiguel" width="1024" height="368" /></p></blockquote>
<p>O caminho inicia no lado Leste da Praia dos Ingleses, junto à gruta, e segue atravessando áreas de vegetação em regeneração, capoeirinha, capoeira e pastagens de costões. O caminho foi utilizado no passado para alcançar plantações e usar os costões para a pesca de caniço e linha; levava, ainda, para uma casa e um engenho de açúcar, dos quais restam ruínas em um sítio histórico localizado no seu trecho central. O trecho final, hoje utilizado principalmente por pescadores e para caminhadas, leva às rochas da Ponta dos Ingleses.<br />
Há cercas de arame farpado para impedir a passagem de gado, mas com passagem para pedestres.</p>
<blockquote><p>• Atrações da paisagem: áreas para banho de mar, vista panorâmica da Praia do Ingleses e das Ilhas do Badejo, Moleques e Mata Fome.<br />
• Extensão em metros: 1.736<br />
• Fontes de água: 3 córregos.<br />
• Graduação para bicicletas: difícil, subidas e descidas com risco de queda poucos trechos para montar.<br />
• Grau de dificuldade: semi leve; caminhada em desníveis pouco acentuados; curto percurso.<br />
• Orientação: fácil, acessível aos menos experientes, com nenhum ou baixo risco de se perder.<br />
• Preparo físico: normal.<br />
• Tempo de percurso: 30 minutos.<br />
• Tipo de terreno: envolve caminhada sobre costões; caminho acidentado, intercalando trechos de terra batida, seixos e cobertos por vegetação rasteira sobre o antigo caminho de carro de boi.</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Caminho da Grota</strong><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-934" title="filme4" src="http://www.feriasfloripa.com.br/wp-content/uploads/2009/04/filme4.jpg" alt="filme4" width="815" height="567" /></p></blockquote>
<p>Este caminho tem seu início no final da Praia dos Ingleses (lado leste), onde há uma notável oficina lítica, em uma bifurcação no início do caminho do engenho, passando pela Pedra da Porca, que pode ser escalada e de onde se tem belíssima vista panorâmica da Praia dos Ingleses, Santinho e campo de dunas, seguindo em direção ao cume do Morro dos Ingleses, contornando o sul do paredão granítico conhecido como lajeiro (lajedo). Percorre ainda áreas de Floresta Atlântica em regeneração (capoeira e capoeirão) até alcançar o costão leste do Morro dos Ingleses, onde, nos paredões rochosos, densa colônia de gaivotas se estabeleceu.</p>
<blockquote><p>• Atrações da paisagem: áreas de mata preservadas e em regeneração, com vista panorâmica da Praia dos Ingleses e do mar aberto, com costões íngremes e imponentes após a passagem da cumeeira.<br />
• Extensão em metros: 1.273<br />
• Fontes de água: o caminho cruza córregos em 3 pontos.<br />
• Graduação para bicicletas: radical – alto risco de queda, poucos trechos para montar.<br />
• Grau de dificuldade: pesada – caminhada em desníveis acentuados, exige esforço.<br />
• Linha de ônibus: Ingleses (saltar no ponto mais próximo à Igreja Matriz junto à praia).<br />
• Orientação: médio – exige atenção e conhecimento prévio da área; há uma série de bifurcações; o principal entroncamento localiza-se próximo à “Pedra da Porca”, que segue em direção ao paredão rochoso do Morro dos Ingleses (testeiro) e a vereda principal que segue na direção Leste.<br />
• Preparo físico: bom.<br />
• Tempo de percurso: 1 hora.<br />
• Tipo de terreno: terreno acidentado, terra batida e com seixo</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Caminho da Lomba do Ingá</strong> Foto Daniel Duclós<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-930" title="foto-dani2" src="http://www.feriasfloripa.com.br/wp-content/uploads/2009/04/foto-dani2.jpg" alt="foto-dani2" width="800" height="600" /></p></blockquote>
<p>O caminho liga a Praia do Santinho à Praia de Moçambique, contornando a face oeste do Morro das Aranhas, ladeado por vegetação de praia &#8211; dunas e restingas &#8211; no Parque Florestal do Rio Vermelho. O antigo caminho servia à população do norte da ilha para alcançar a Praia de Moçambique nos deslocamentos até a Barra da Lagoa, e desse ponto em direção à Lagoa da Conceição e centro de Florianópolis, quando o transporte por ônibus era inexistente ou precário. O caminho percorre lagoas formadas entre as dunas. É sombreado por arbustos de porte médio entremeados por árvores na maior parte do percurso.<br />
O caminho foi utilizado, nas décadas de 40 e 50, para passeios ecológicos pelas escolas da localidade, além de servir aos pescadores locais para alcançar os ranchos de pesca na Praia Grande (Moçambique), especialmente nos períodos da safra da tainha.</p>
<blockquote><p>• Atrações da paisagem: área de preservação, dunas, restinga, lagoas, córregos, praia.<br />
• Altitude média: 30m<br />
• Extensão em metros: 2.307<br />
• Fontes de água: 3 córregos.<br />
• Graduação para bicicletas: difícil próximo à Praia de Moçambique; caminho em areia de duna (fofa).<br />
• Grau de dificuldade: semi leve – caminhada geralmente plana com alguns desníveis de baixa inclinação.<br />
• Linha de ônibus: Ingleses (descer no ponto final da Praia do Santinho).<br />
• Orientação: fácil – baixo risco de se perder; acessível aos menos experientes.<br />
• Preparo físico: normal.<br />
• Tempo de percurso: 1 hora.<br />
• Tipo de terreno: arenoso.</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Caminho da Partida (Glória)</strong> Foto Daniel Duclós<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-931" title="fotodanie-4" src="http://www.feriasfloripa.com.br/wp-content/uploads/2009/04/fotodanie-4.jpg" alt="fotodanie-4" width="800" height="600" /></p></blockquote>
<p>O caminho liga as dunas entre a Praia dos Ingleses e a Praia do Santinho ao costão leste do Morro dos Ingleses, passando por um ponto chamado Areia Branca, seguindo na direção sudeste por área encharcada, e em seguida percorrendo áreas de capoeirão e capoeira, tanto no aclive em direção à cumeeira quanto na vertente em direção ao costão, e áreas de capoeirinha e vegetação arbustiva na vertente em direção às dunas.<br />
O acesso pode ser feito a partir de vários caminhos secundários que têm início na linha de contacto entre o campo de dunas móveis e a vegetação na base do morro, poré sempre em direção ao ponto chamado Areia Branca, o qual dá a orientação para acessar a parte mais complexa do caminho.<br />
O ponto denominado Glória, na vertente leste, foi utilizado no passado para o estabelecimento de roças de milho, feijão e abóbora.</p>
<blockquote><p>• Atrações da paisagem: vista panorâmica das dunas, ilhas das Aranhas e do Badejo, e praias do Santinho e Ingleses; mar aberto na vertente Leste.<br />
• Extensão em metros: 790<br />
• Fontes de água: o caminho cruza vários córregos.<br />
• Graduação para bicicletas: radical – alto risco de queda; poucos trechos para montar.<br />
• Grau de dificuldade: pesada – caminhada em desníveis acentuados, exige esforço.<br />
• Linha de ônibus: Ingleses (saltar no ponto próximo à Igreja Matriz, junto à praia).<br />
• Orientação: exige atenção e conhecimento prévio da área; há uma série de bifurcações; há várias possibilidades de acesso a partir das dunas que margeiam a base do morro, sendo que a mais apropriada é a da Areia Branca (por este caminho pode-se acessar, também, a Pedra da Porca, que dá acesso ao caminho da Grota).<br />
• Preparo físico: bom.<br />
• Tempo de percurso: 1 hora.<br />
• Tipo de terreno: terra batida no Morro dos Ingleses, com seixos em alguns trechos; áreas encharcadas em alguns trechos; arenoso no trecho inicial; área plana sobre dunas fixas a oeste.</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Trilha do Churão</strong> Foto Ida Duclós<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-935" title="trilhaida" src="http://www.feriasfloripa.com.br/wp-content/uploads/2009/04/trilhaida.jpg" alt="trilhaida" width="1024" height="768" /></p></blockquote>
<p>A trilha liga a Praia Brava à estrada Jornalista Jaime de Arruda Ramos, próximo à Praia da Lagoinha, onde atravessa o quintal da casa n° 718. Percorre áreas de capoeirinha, plantações e algumas casas. O percurso permite o desfrute da paisagem do norte da ilha.</p>
<blockquote><p>• Atrações da paisagem: vista panorâmica.<br />
• Extensão em metros: 983<br />
• Fontes de água: 1 riacho.<br />
• Graduação para bicicletas: técnica, com algumas desníveis e trechos escorregadios.<br />
• Grau de dificuldade: semi leve – caminhada em desníveis pouco acentuados; curto percurso.<br />
• Linha de ônibus: Ponta das Canas para a Praia Brava não há linha regular.<br />
• Orientação: fácil – acessível aos menos experientes; nenhum risco de se perder.<br />
• Preparo físico: normal.<br />
• Tempo de percurso: 25 minutos.<br />
• Tipo de terreno: argiloso e de terra batida.</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Trilha da Feiticeira</strong> Foto Ida Duclós<img class="size-large wp-image-942 alignnone" title="mari-02911" src="http://www.feriasfloripa.com.br/wp-content/uploads/2009/04/mari-02911-1024x972.jpg" alt="mari-02911" width="1008" height="883" /></p></blockquote>
<p>A trilha, utilizada por pescadores, liga a Praia dos Ingleses à Praia Brava. Em alguns pontos desaparece, alcançando as rochas do costão; deve-se manter a atenção para reencontrar os pontos de retorno. É recomendado o uso de calçado com sola de borracha aderente para diminuir os riscos de acidentes na caminhada sobre as rochas.<br />
Para chegar à Praia dos Ingleses pode-se pegar as linhas de ônibus de Ingleses ou Capivari, saltando no asfalto e caminhando em direção ao canto oeste da praia ou, se motorizado, acessando via Rua das Gaivotas até o seu final.<br />
Na Praia Brava não há linhas de ônibus regular, tendo-se que caminhar pela rodovia de acesso à praia até a estrada que leva a Ponta das Canas ou caminhar pela Trilha do Churão, que liga a Brava até a estrada Jornalista Jaime de Arruda Ramos, na Praia da Lagoinha, e pegar o ônibus de Ponta das Canas para retornar ao centro de Florianópolis.</p>
<blockquote><p>• Atrações da paisagem: vista panorâmica das praias Brava e dos Ingleses, e da Ilha do Arvoredo; áreas para banho de mar, costões.<br />
• Extensão em metros: 1.890<br />
• Fontes de água: 6 córregos.<br />
• Graduação para bicicletas: radical; poucos trechos para montar; carregações excessivas; alto risco de queda.<br />
• Grau de dificuldade: semi pesada – caminhada em desníveis; alguns pontos com exposição à altura sobre trechos do costão.<br />
• Orientação: de fácil a médio &#8211; exige atenção; risco de tomadas erradas próximo às rochas do costão.<br />
• Preparo físico: normal.<br />
• Tempo de percurso: 50 minutos.<br />
• Tipo de terreno: caminha-se sobre rochas do costão em alguns trechos; trechos de trilha sobre vegetação rasteira e terreno movediço próximos aos córregos do Morro das Feiticeiras.</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Trilha do Morro das Aranhas</strong> Foto Daniel Duclós<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-943" title="20040226-103351" src="http://www.feriasfloripa.com.br/wp-content/uploads/2009/04/20040226-103351.jpg" alt="20040226-103351" width="800" height="600" /></p></blockquote>
<p>O caminho que liga a Praia de Moçambique à Praia do Santinho atravessa os costões da Ponta das Aranhas, Ponta do Lageado e Ponta do Calhau Miúdo no Morro das Aranhas, percorrendo áreas de pastos e capoeirinha. No trecho próximo à Praia do Santinho há um sítio arqueológico com pinturas rupestres nas rochas do costão; uma oficina lítica se localiza no início do costão, na praia de Moçambique, onde está o extremo sul da trilha.<br />
Os caminhantes devem utilizar calças de tecido resistente para evitar cortes pelos gravatás, abundantes nas áreas de pasto ao longo da trilha, e calçados com sola de borracha aderente para evitar quedas nos trechos sobre as rochas nas pontas de costão.</p>
<blockquote><p>• Atrações da paisagem: áreas para banho de mar, oficina lítica, costões, ilhas das Aranhas, vista panorâmica da Praia de Moçambique, do Parque Florestal do Rio Vermelho e da Praia do Santinho.<br />
• Extensão em metros: 2.561<br />
• Fontes de água: 6 córregos.<br />
• Graduação para bicicletas: radical – alto risco de queda, envolve muitas carregações.<br />
• Grau de dificuldade: difícil – caminhada em desníveis, exigindo apoio das mãos e exposição à altura em alguns trechos; exige muito esforço.<br />
• Linha de ônibus: Ingleses para chegar à Praia do Santinho, podendo a trilha ser acessada no canto sul da mesma praia, onde se localiza o complexo hoteleiro Costão do Santinho. Para o acesso pela praia do Moçambique é necessário atravessar a restinga por uma estrada não pavimentada a partir da SC-406, onde se chega via linhas Rio Vermelho ou Moçambique, ou ainda pelo caminho da Lomba do Ingá a partir do final da estrada de Aranhas (Estrada Ver. Onildo Lemos).<br />
• Orientação: médio – exige atenção em alguns pontos de capoeirão, nos trechos entre as pontas de costão; há bifurcações que levam a pontos de pesca e coleta de mariscos nos costões.<br />
• Preparo físico: bom.<br />
• Tempo de percurso: 1 hora.<br />
• Tipo de terreno: a trilha percorre áreas de costão; apresenta trechos alagados pelas nascentes de água do Morro das Aranhas, principalmente no seu trecho central. Nos trechos central e próximo à Praia do Santinho afloram seixos; próximo a Moçambique a trilha percorre a vegetação rasteira do costão.</p></blockquote>
<p><strong>Similar Posts:</strong>
<ul class="similar-posts">
<li><a href="http://www.feriasfloripa.com.br/arte-rupestre-cultura/trilha-barra-da-lagoa-praia-da-galheta" rel="bookmark" title="28/01/2009">Trilha Barra da Lagoa Praia da Galheta</a></li>
<li><a href="http://www.feriasfloripa.com.br/pesca-artesanal/the-watchman-of-the-sea-o-vigia-do-mar" rel="bookmark" title="31/03/2009">O vigia do mar, the watchman of the sea</a></li>
<li><a href="http://www.feriasfloripa.com.br/arte-rupestre-cultura/a-arte-na-pedra" rel="bookmark" title="28/01/2009">A arte na pedra</a></li>
<li><a href="http://www.feriasfloripa.com.br/arqueologia-subaquatica/o-resgate-de-projeto-pioneiro" rel="bookmark" title="04/02/2009">O resgate de projeto pioneiro</a></li>
<li><a href="http://www.feriasfloripa.com.br/arqueologia-subaquatica/as-jarras-naufragadas" rel="bookmark" title="04/02/2009">As jarras naufragadas</a></li>
</ul>
<p><!-- Similar Posts took 9.107 ms --></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.feriasfloripa.com.br/trilhas-da-praia-de-ingleses/trilhas-da-praia-de-ingleses/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A arte na pedra</title>
		<link>http://www.feriasfloripa.com.br/arte-rupestre-cultura/a-arte-na-pedra</link>
		<comments>http://www.feriasfloripa.com.br/arte-rupestre-cultura/a-arte-na-pedra#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 00:41:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte Rupestre]]></category>
		<category><![CDATA[arqueologia]]></category>
		<category><![CDATA[arte rupestre brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Padre Rohr]]></category>
		<category><![CDATA[petroglifos Ilha de Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Praia de Ingleses]]></category>
		<category><![CDATA[Praia do Santinho]]></category>
		<category><![CDATA[Trilhas]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo ecológico]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.feriasfloripa.com.br/?p=88</guid>
		<description><![CDATA[    foto de Ida Duclós, lado direito da Praia de Ingleses  Há milhares de anos uma civilização desconhecida deixou sua marca inscrita nas rochas da Ilha de Santa Catarina.  Ninguém sabe qual sua origem ou significado. Poucos cientistas estudaram essas inscrições e os que já o fizeram, negam se tratar de alguma linguagem ainda incógnita. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: center"> <img class="size-full wp-image-121 alignnone" title="oficinas3" src="http://www.feriasfloripa.com.br/wp-content/uploads/2009/01/oficinas3.jpg" alt="oficinas3" width="779" height="614" /><br />
<em>  foto de Ida Duclós, lado direito da Praia de Ingleses</em> </p>
<p>Há milhares de anos uma civilização desconhecida deixou sua marca inscrita nas rochas da Ilha de Santa Catarina.  Ninguém sabe qual sua origem ou significado. Poucos cientistas estudaram essas inscrições e os que já o fizeram, negam se tratar de alguma linguagem ainda incógnita. Até o momento, só foram encontradas gravuras (petroglifos), não existindo pinturas (pictoglifos). Os desenhos tem motivos geométricos abstratos, representações humanas e, mais raramente, representações de animais. </p>
<p><em><img class="size-full wp-image-98  aligncenter" title="petroglifo-ilha-aranha" src="http://www.feriasfloripa.com.br/wp-content/uploads/2009/01/petroglifo-ilha-aranha.jpg" alt="petroglifo-ilha-aranha" width="534" height="250" /></em></p>
<p><em></em></p>
<p> Somente num sítio arqueológico &#8211; pode haver outros ainda não registrados &#8211;  as linhas não têm formas geométricas definidas, são traços livres que não se consegue associar a nenhuma imagem. Fica num caminho localmente conhecido como “Caminho dos Reis”, uma <a href="http://www.feriasfloripa.com.br/trilhas-e-caminhos/trilha-barra-da-lagoa-praia-da-galheta">trilha que liga a Praia da Galheta à comunidade da Barra da Lagoa</a>. É uma peça única, 17x 28 centímetros, muito bem polida, que  não foi desprendida de nenhum conjunto rochoso.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-92" title="galheta21" src="http://www.feriasfloripa.com.br/wp-content/uploads/2009/01/galheta21.jpg" alt="galheta21" width="397" height="171" />( Levantamento de Arte Rupestre na Ilha de Santa Catarina e Ilhas Adjacentes, Rodrigo Aguiar, 1997 )</p>
<p><em><img class="size-full wp-image-101  aligncenter" title="img007" src="http://www.feriasfloripa.com.br/wp-content/uploads/2009/01/img007.jpg" alt="img007" width="567" height="391" /> foto Fabiana Comerlato,  Ilha do Campeche.</em> </p>
<p>Em alguns lugares, as inscrições rupestres parecem ser verdadeiros murais – onde os mesmos símbolos são repetidos em diversas combinações. Em sua maioria, foram gravadas na superfície dos paredões de diabásio, nos costões das praias de mar bravio &#8211; voltadas para o Oceâno Atlântico. De cor preta, quase brilhante o diábase ou diabásio (do grego diábasis, travessia e diabaínein, cruzar) é uma rocha basáltica, que faz parte da paisagem da Ilha, encontrada em todas as encostas dos morros.</p>
<p>Em todo litoral brasileira, só no estado de Santa Catarina existe registro de gravuras rupestres litorâneas.  </p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-106" title="rohr" src="http://www.feriasfloripa.com.br/wp-content/uploads/2009/01/rohr-219x300.jpg" alt="rohr" width="219" height="300" /></p>
<p>Apesar dessas inscrições serem mecionadas desde o século XIX, as primeiras pesquisas só começaram em 1958, quando João Alfredo Rohr fez um levantamento detalhado dos sítios arqueológicos da Ilha e seu entorno. Rohr era um jesuíta, professor do Colégio Catarinense, no qual chegou a ser Reitor e Diretor Geral. Interessado pela arqueologia, iniciou o Museu do Homem do Sambaqui em 1964, localizado no mesmo colégio, no centro da cidade.</p>
<p>Em 1944, Pe. Rohr &#8211; que na época ainda não tinha se dedicado ao estudo da arqueologia &#8211; retirou da Praia do Santinho, uma rocha com uma gravura de representação humana. Essa atitude gerou grande revolta na comunidade local e, posteriormente, opiniões divergentes entre os arqueólogos. Gravada em bloco de diabásio, de cor preta, a figura tinha 1,60 metro de altura e era motivo de culto local, colocava-se velas em no seu &#8220;altar&#8221;, de frente para o mar.</p>
<p> Na época, o sumiço do Santinho levou centenas de pessoas a uma passeata em frente ao Colégio Catarinense. Moradores da praia dos Ingleses percorreram mais de 35 quilômetros para exigir explicação dos governos estadual e municipal, e também da administração da escola. Naquele ano a pesca foi ruim e os devotos do Santinho atribuíram a culpa ao padre.</p>
<p>Nessa confusão, o petroglifo  sumiu e não foi mais localizado. Vinte e cinco anos depois, quando Pe. Rohr já havia se tornado um arqueólogo respeitado no meio científico, publicou em um de seus estudos sua versão dessa história:   </p>
<ul>
<li> <em>&#8220;A Praia do Santinho tem o seu nome derivado de um petroglifo, em forma de boneco, gravado em um bloco de diabásio, ao qual o povo simples dos arredores tributava culto, acendendo velas. Sem estarmos a par dessas ocorrências, há 25 anos, junto com outras itacoatiaras da mesma praia, transportamos ao museu (Museu do Homem do Sambaqui, inaugurado pelo padre Rohr no Colégio Catarinense, em 1964), este pretenso Santinho.&#8221;  </em>Petroglifos da Ilha de Santa Catarina e Ilhas Adjacentes, Rohr, 1969.  </li>
</ul>
<p>Pe. Pedro Ignácio Schmitz, arqueólogo e especialista no legado deixado pelo padre Rohr,  lembra que viu pela última vez o monolito no Colégio Anchieta, em Porto Alegre. No acervo do Museu do Homem do Sambaqui “Pe. João Alfredo Rohr” encontram-se duas gravuras, uma retirada da Ponta das Campanhas da Armação do Pântano do Sul e outra da Ilha dos Corais. A polêmica permanece atual, já virou enredo de livro e até argumento de filme.  Não houve tolerância com a inexperiência de um jovem professor, recém chegado à Florianópolis. O jesuíta terminou perdendo seu cargo de professor de química e história natural do Colégio,  o que lhe deixou tempo livre para se especializar em arquelogia, possívelmente motivado por essa insólita reação popular.</p>
<p>Rohr fez um trabalho pioneiro &#8211; dentro de rigorosos critérios científicos &#8211; e entre outras pesquisas, um levantamento sistemático de todos os sítios arqueológicos de Florianópolis. Se ainda não foi encontrada a pedra do Santinho, ganhamos em troca um registro preciso dos petroglifos da Ilha de Santa Catarina e arredores ( a Ilha do Campeche e a Ilha do Arvoredo são dois dos maiores sítios de arte rupestre brasileira) , levantamento e estudo de sambaquis &#8211; que hoje estariam extintos e sem registro, não fosse a dedicação de Pe. Rohr. Passado tanto tempo, não seria agora um bom momento para rever esse episódio, tentar localizar esse petroglifo &#8211; provavlemente esquecido em algum lugar de um colégio jesuíata e devolvê-lo para a comunidade? A Companhia de Jesus poderia fazer isso - encerrando com um final feliz essa história, deixando a memória do arqueólogo livre para a nossa gratidão pelo legado que nos deixou.</p>
<p><img class="size-full wp-image-108  alignleft" title="satinho" src="http://www.feriasfloripa.com.br/wp-content/uploads/2009/01/satinho.jpg" alt="satinho" width="34" height="74" /> Se o &#8220;santinho&#8221; não fosse motivo de um culto popular, ninguém teria prestado atenção em seu desaparecimento. É comum a população levar petroglifos como recordação, escrever por cima deles ou até mesmo dinamitá-los em busca de tesouros perdidos. Só recentemente começaram a ser valorizados como &#8220;museus ao ar livre&#8221; pelo pontencial turístico que tal apelo tem.  Sem cair na armadilha das campanhas publicitárias voltadas para o turismo,  que tentam &#8220;vender&#8221; a cidade como um produto místico &#8211; adotando em 1987, o slogan &#8220;Ilha da Magia&#8221; -  a história do jesuíta e a pedra do Santinho dá uma conotação mágico/religiosa aos sítios rupestres de Florianópolis. Essa relação permanece até hoje, em muitos dos cantos das praias &#8211; onde existe oficinas líticas ou inscrições rupestres &#8211; há um pequeno santuário, feito pelos moradores do lugar que continuam acendendo suas velas e rezando nesses locais. </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-118" title="relic1" src="http://www.feriasfloripa.com.br/wp-content/uploads/2009/01/relic1.jpg" alt="relic1" width="884" height="659" /><em>fotos de Ida Duclós,  lado esquerdo (acima) e lado direito (abaixo)  da Praia de Ingleses. </em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-156" title="oficinas1" src="http://www.feriasfloripa.com.br/wp-content/uploads/2009/01/oficinas1.jpg" alt="oficinas1" width="897" height="673" /></p>
<p> Possívelmente, baseado nesse costume das comunidades de pescadores, que &#8220;guardam&#8221;  os cantos da praia com a proteção de seus santos prediletos, Padre Rohr levanta a hipótese que as inscrições rupestres tenham sido feitas por motivos religiosos. Transpõe assim um hábito de seu tempo para uma civilização desconhecida e extinta há milhares de anos. </p>
<ul>
<li> <em>&#8220;Ponto obscuro e problemático é o significado e a interpretação dos petroglifos .<br />
Certamente, nao constituem uma espécie de escrita ou alfabeto secreto e desconhecido&#8230;certo que o grande número de petroglifos, formando belos conjuntos, em ilhas de dfícil acesso e gravados com pedra em outra pedra duríssima, representa esfôrço demasiado grande para ser mero passatempo. Acresce que muitos conjuntos, evidentemente, obedeceram a um plano preditado e previamente esboçado. De mais a mais, na Ilha de Porto Belo, Ilha do Arvoredo e Ilha do Campeche, os petroglifos cobrem paredões de difícil acesso. Aqueles petroglifos foram executados por homens, trabalhando durante horas e horas, dias seguidos, em posiçôes das mais incômodas, e às vezes, como que colados à rocha&#8230;</em></li>
<li><em>&#8230;Tudo isso nos leva a crer que os petroglifos, ao contrário de brincadeira de índios ou lugares comuns, possuíam para o índio grande importância. Hipótese esta confirmada e robustecida pela localização dos petroglifos em praias as mais brabas e furiosamente batidas pelos vagalhões do mar alto; portanto, lugares que incutem medo, respeito e pavor.<br />
Isto nos leva a crer que os petroglifos possam ter significado mágico religioso&#8230; esta interpretação aproximaria os petroglifos dos hieroglifos, que eram símbolos sagrados, gravados pelos sacerdotes em pedra ou outra matéria resistente.&#8221;  </em> Petroglifos da Ilha de Santa Catarina e Ilhas Adjacentes, Rohr, 1969.   </li>
</ul>
<p>Somente em 2005, a arqueóloga Fabiana Comerlato vai propor um novo olhar ao estudo da arte rupestre da Ilha de Santa Catarina. Ela delimita a área geográfica entre Porto Belo e Garobapa ( com a ilha de Florianópolis no meio),  como  um espaço semântico criado por uma cultura ainda desconhecida, que demarcou esse pequeno trecho do litoral com um código que ainda não foi decifrado. Mas que apresenta uma unidade tanto na sua forma, como na sua feitura  e nos lugares onde foram gravadas.      </p>
<ul>
<li>&#8220;<em>Desta maneira, podemos dizer que entre Porto Belo e Garopaba existiu um território rupestre. Isto significa que as representações rupestres operavam, de certa forma, como um código visual de um grupo cultural específico. Esta unidade estrutural entre os sítios estudados, mesmo sem podermos adentrar ao significado das representações rupestres, indica que estes espaços articulados eram para seus executores parte de seu território&#8230;  Apesar das particularidades conferidas a cada sítio analisado, existe uma unidade geográfica, gráfica e tipológica que permite dizer que as representações rupestres estudadas fazem parte de um mesmo sistema de representação, em que seus executores imprimiram em cada local uma maneira particular de criar o seu espaço gráfico, sem perder a regularidade inerente a aplicação de um código visual comum às populações de pescadores pré-históricos que habitaram o litoral central catarinense (Comerlato, 2005).</em><img class="aligncenter size-medium wp-image-169" title="porto" src="http://www.feriasfloripa.com.br/wp-content/uploads/2009/01/porto-183x300.jpg" alt="porto" width="183" height="300" /></li>
</ul>
<p><strong>Similar Posts:</strong>
<ul class="similar-posts">
<li><a href="http://www.feriasfloripa.com.br/reportagem-a-ilha-de-santa-catarina-atraves-do-tempo/a-ilha-atrava%c2%a9s-do-tempo-anson-1740" rel="bookmark" title="24/03/2009">A Ilha através do tempo (ANSON, 1740)</a></li>
<li><a href="http://www.feriasfloripa.com.br/ilha-do-arvoredo/ilha-do-arvoredo" rel="bookmark" title="28/01/2009">Ilha do Arvoredo</a></li>
<li><a href="http://www.feriasfloripa.com.br/reportagem-a-ilha-de-santa-catarina-atraves-do-tempo/a-ilha-atraves-do-tempo-de-vancy-1797" rel="bookmark" title="24/03/2009">A Ilha através do tempo (de Vancy, 1797)</a></li>
<li><a href="http://www.feriasfloripa.com.br/arqueologia-subaquatica/o-resgate-de-projeto-pioneiro" rel="bookmark" title="04/02/2009">O resgate de projeto pioneiro</a></li>
<li><a href="http://www.feriasfloripa.com.br/arqueologia-subaquatica/a-aguia-submersa" rel="bookmark" title="04/02/2009">A Ã¡guia submersa</a></li>
</ul>
<p><!-- Similar Posts took 8.912 ms --></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.feriasfloripa.com.br/arte-rupestre-cultura/a-arte-na-pedra/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Trilha Barra da Lagoa Praia da Galheta</title>
		<link>http://www.feriasfloripa.com.br/arte-rupestre-cultura/trilha-barra-da-lagoa-praia-da-galheta</link>
		<comments>http://www.feriasfloripa.com.br/arte-rupestre-cultura/trilha-barra-da-lagoa-praia-da-galheta#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 00:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte Rupestre]]></category>
		<category><![CDATA[Trilha Barra da Lagoa]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Praia da Galheta]]></category>
		<category><![CDATA[Trilhas]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo ecológico]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.feriasfloripa.com.br/?p=113</guid>
		<description><![CDATA[Foto Daniel Duclós           Esse é um antigo caminho aberto pelos primeiros moradores da Barra da Lagoa que o utilizavam para a pesca na Praia da Galheta. Porém, os primeiros pescadores da área foram os indígenas. No costão norte da Praia da Galheta existe um sítio arqueológico &#8211; a oficina lítica da Ponta do Caçador. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-114" title="fotodaniel-galheta-e-mole1" src="http://www.feriasfloripa.com.br/wp-content/uploads/2009/01/fotodaniel-galheta-e-mole1.jpg" alt="fotodaniel-galheta-e-mole1" width="1280" height="960" /><em>Foto <a href="http://www.flickr.com/photos/daniduc/" target="_blank">Daniel Duclós</a><br />
</em>         </p>
<p>Esse é um antigo caminho aberto pelos primeiros moradores da Barra da Lagoa que o utilizavam para a pesca na Praia da Galheta. Porém, os primeiros pescadores da área foram os indígenas. No costão norte da Praia da Galheta existe um sítio arqueológico &#8211; a oficina lítica da Ponta do Caçador.</p>
<p>Para iniciar a caminhada deve-se descer na Fortaleza da Barra (próximo ao canal). No final da trilha, ao chegar na Praia da Galheta, caminha-se em direção ao costão sul percorrendo uma pequena trilha ou as rochas do costão que a separa da Praia Mole, de onde se retorna.</p>
<p>• <strong>Atrações da paisagem</strong>: praia (livre à pratica do naturismo), riacho, áreas de preservação do Parque Municipal da Galheta, sítio arqueológico, vista panorâmica das praias da Galheta e Mole, da Lagoa da Conceição e do Parque Florestal do Rio Vermelho.<br />
• <strong>Extensão em metros</strong>: 1.890<br />
• <strong>Fontes de água</strong>: 3 pontos próximos ao costão.<br />
• <strong>Graduação para bicicletas</strong>: poucos trechos para montar; percurso radical; alto risco de queda.<br />
• <strong>Grau de dificuldade</strong>: caminhada pesada no sentido Galheta/Fortaleza, em desnível acentuado; exige esforço. Caminhada semi-pesada no sentido Fortaleza/Galheta (menor inclinação da vertente).<br />
• <strong>Linha de ônibus</strong>: da Barra da Lagoa.<br />
• <strong>Orientação</strong>: a orientação é fácil, acessível aos mais inexperientes no sentido Barra/Fortaleza. Para quem inicia a caminhada na Galheta, há dificuldades para encontrar o início da trilha pela existência de um emaranhado de caminhos na restinga, marcados pelo gado que vive solto nas encostas do Morro da Galheta. Pode-se iniciar a caminhada pelo caminho no costão, o qual apresenta uma série de bifurcações secundárias; esse sentido exige muita atenção. Na Fortaleza, o caminho inicia no final da Servidão Júlia Alexandre Florindo (nome não oficial, indicado pelos moradores locais), que parte da Rua Laurindo José de Souza.<br />
• <strong>Preparo físico</strong>: exige um bom preparo.<br />
• <strong>Tempo de percurso</strong>: 50 minutos.<br />
• <strong>Tipo de terreno:</strong> próximo à Praia da Galheta, o caminho é arenoso/argiloso, de terra batida e com alguns trechos cobertos por vegetação rasteira na vertente do Morro da Galheta; argiloso e com seixos na vertente da Fortaleza da Barra.<strong>Similar Posts:</strong>
<ul class="similar-posts">
<li><a href="http://www.feriasfloripa.com.br/trilhas-da-praia-de-ingleses/trilhas-da-praia-de-ingleses" rel="bookmark" title="25/04/2009">Trilhas da Praia de Ingleses</a></li>
<li><a href="http://www.feriasfloripa.com.br/arte-rupestre-cultura/a-arte-na-pedra" rel="bookmark" title="28/01/2009">A arte na pedra</a></li>
<li><a href="http://www.feriasfloripa.com.br/pesca-artesanal/the-watchman-of-the-sea-o-vigia-do-mar" rel="bookmark" title="31/03/2009">O vigia do mar, the watchman of the sea</a></li>
<li><a href="http://www.feriasfloripa.com.br/arqueologia-subaquatica/o-resgate-de-projeto-pioneiro" rel="bookmark" title="04/02/2009">O resgate de projeto pioneiro</a></li>
<li><a href="http://www.feriasfloripa.com.br/arqueologia-subaquatica/as-jarras-naufragadas" rel="bookmark" title="04/02/2009">As jarras naufragadas</a></li>
</ul>
<p><!-- Similar Posts took 8.939 ms --></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.feriasfloripa.com.br/arte-rupestre-cultura/trilha-barra-da-lagoa-praia-da-galheta/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
